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É FAKE! Nacional desmente que a Reforma Administrativa não afeta os servidores atuais

A Nacional compartilhou na última sexta-feira (25/07) uma matéria desenvolvida pelo Fonasefe que desmente a notícia falsa que tem sido propagada pelos apoiadores da Reforma Administrativa, na qual eles defendem que o texto base da proposta do GT da Câmara dos Deputados trás mudanças que resultam em um sistema mais eficiência e moderno no Estado brasileiro, e que elas não atingiram os servidores federais atuais.

Tais afirmações levantadas pelo Congresso Inimigo do Povo tentam  não só retirar os direitos dos trabalhadores, como também manter e ampliar os privilégios dos super ricos. Além disso, o texto base da proposta impõe, segundo o Fonasefe, um estado mínimo nas áreas sociais e avança a presença do setor privado em serviços essenciais à população.

Não vamos aceitar a Reforma Administrativa!

Esta proposta amplia as terceirizações e cria vínculos de trabalho, o que acaba por impactar o conjunto das carreiras, incidindo diretamente na proporção de servidores estáveis. Essa instabilidade leva a nossa categoria para uma flexibilização de direitos e cortes que precarizam o trabalho dos servidores independentemente do seu tempo de atuação.


Nao vamos permitir que essas informações falsas impeçam a nossa luta! (Foto: Reprodução/SINASEFE Nacional).


Não podemos deixar de mencionar também que a criação desses vínculos impactam o principal instrumento de luta por melhorias nas condições de trabalho, dividindo a categoria e fragilizando a atuação coletiva sindical.

Diferente do que é propagado pelos privatistas, a estabilidade dos servidores não é um privilégio! Mas sim, um instrumento de defesa do interesse público na administração pública, evitando que a máquina pública seja utilizada para interesses políticos e privados.

“Não há combate às desigualdades sociais sem serviços públicos”.

A Reforma Administrativa do Congresso Nacional impacta atuais e futuros servidores e portanto, todo o povo brasileiro. Reformar o serviço público seguindo com uma lógica de precarização do trabalho do setor significa piorar o atendimento à população que busca seus direitos sociais nos serviços públicos.

Não há combate às desigualdades sociais sem serviços públicos. E não há serviço público sem os(as) servidores(as)!

Texto: Hellen Almeida/Comunicação SINASEFE IF FLUMINENSE.

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